A redes em transição surgiu da vontade de participar da construção de novas perspectivas para abordar os desafios de atuar no campo da sustentabilidade e do ESG que considerem formas cada vez mais ecológicas e regenerativas.
Formas ecológicas de atuar partem do entendimento de que as dimensões da sustentabilidade, as organizações, as pessoas e suas histórias, a governança, a inovação, a ciência e o território estão entrelaçados, formando redes que se conectam e influenciam mutuamente.
Nada está fora de nós. Somos parte das organizações, das estruturas e dos ambientes que ajudamos a formar.
Pessoas, organizações e suas culturas, assim como seus dilemas e desafios, estão interconectados aos territórios que integram em relação de interdependência.
Frente a desafios críticos do atual momento da Terra, mas também das organizações e das relações entre as pessoas, a proposta será trabalhar em parcerias, observando as conexões que formam as redes que integramos.
Buscamos contribuir, assim, para pensar, pesquisar e praticar juntos outros jeitos de atuar no campo da sustentabilidade, nos quais os objetivos são regenerar e recuperar ecossistemas que habitamos e ajudamos a formar.
Quem Somos
Nossas referências
As perspectivas e as reflexões que nos apoiam nesta jornada tem sido desenvolvidas por diferentes pesquisadores, cientistas e pensadores que em suas análises colocam em revisão as relações entre sociedade e natureza.
Dentre estes destacamos os trabalhos de Massimo Di Felice, Donna Haraway, Bruno Latour, Timothy Morton, Stefano Mancuso, James Lovelock, Airton Krenak, Milton Santos, Satish Kumar, Vandana Shiva, Vinciane Despret dentre outras contribuições